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O Planejamento Estratégico inserido na Contabilidade pode gerar resultados para grandes empresas?
 
Luana Tárcia de Lacerda Martins
 


RESUMO*

Estamos numa época em que a informação é imprescindível para a tomada de decisão nas empresas. A informação e o conhecimento são necessários para gerar ação e conseqüentemente vantagens competitivas que direcionam as organizações a ocuparem um bom lugar no mercado. Como vivemos em tempos incertos, num mercado volúvel, instável e de acirrada concorrência, precisamos iniciar uma auto-avaliação buscando avaliar o ambiente interno, pontos fortes e fracos, e o ambiente externo, oportunidades e ameaças, de uma companhia para, desta forma, obter uma ferramenta de gestão como parte do planejamento estratégico dos negócios. Podemos concluir que, um sistema de informação pode ajudar a organização a atingir suas metas, fornecendo aos administradores uma visão das operações normais da empresa, de modo que possam controlar organizar e planejar de forma mais eficaz e eficiente. Logo, planejar é cuidar para que a teoria seja aplicada coerentemente. É entender e avaliar as possibilidades e oportunidades do negócio, a fim de se obter o resultado esperado por todos, e com ele o sucesso.

SUMÁRIO
INTRODUÇÃO
OBJETIVOS
GERAL
ESPECÍFICOS.
PROBLEMATIZAÇÃO
JUSTIFICATIVA
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
SISTEMA DE INFORMAÇÃO
SISTEMA DE INFORMAÇÃO CONTÁBIL
ANÁLISE SWOT
PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO
CONCLUSÃO
BIBLIOGRAFIA


INTRODUÇÃO

A administração de negócios tornou-se uma tarefa desafiante para os gestores nos últimos anos em virtude da instabilidade do mercado e da alta concorrência, enfrentada pelas grandes empresas, que podem ocasionar a estagnação das atividades e consequentemente gerar a sua descontinuidade, se não forem bem geridas.
Com isso, a busca por ferramentas gerenciais tem aumentado para propiciar os resultados almejados pela gestão de negócio como, um sistema de informação bem estruturado, oriundo de dados resultantes das atividades gerais desenvolvidas, controle contábil, ferramenta essencial para manter a saúde financeira e econômica do patrimônio de uma empresa, a análise SWOT para a realização de uma avaliação global que determine qual é a representação de uma companhia nos diversos ambientes, focalizando o retorno econômico e financeiro e, o desenvolvimento de um planejamento estratégico eficaz, especificando metas a serem atingidas.
O sistema de informação deve ser bem estruturado para propiciar a todos os usuários informações de que precisam no menor tempo possível e com segurança para garantir a continuidade das atividades.
A contabilidade, considerada uma ferramenta de gestão, vai nortear todas as atividades desenvolvidas por uma empresa, fornecendo informações quanto aos resultados alcançados e dando subsídios para a tomada de decisão no momento mais oportuno.
A implantação da análise SWOT em uma empresa favorece a geração de bons resultados, uma vez que é um instrumento de gestão útil para desenvolver planos futuros que possam solidificar a empresa no mercado.
O planejamento estratégico evidencia aonde a empresa quer chegar e qual o caminho a ser percorrido, o que deve ser feito para utilizar os bens disponíveis da melhor forma possível, buscando atingir as metas estabelecidas.
Neste contexto, evidencia-se a seguinte questão: a integração do planejamento estratégico a Contabilidade pode gerar um crescimento econômico para as grandes empresas?
Logo, pretende-se nesta monografia desenvolver uma pesquisa sobre a implantação de um planejamento estratégico que integrado a contabilidade, pode auxiliar as grandes empresas para o crescimento econômico almejado.
Com isso, foi predominante o estudo teórico, com base na pesquisa bibliográfica e descritiva para examinar os conhecimentos referentes ao sistema de informação, a contabilidade e a análise SWOT e ao planejamento estratégico.


OBJETIVOS

Geral:
- Integrar o Planejamento Estratégico na Contabilidade para a geração de um crescimento econômico nas grandes empresas.

Específicos:
- Avaliar a importância do Sistema de Informação no processo decisório
- Analisar o uso do Sistema de Informação Contábil no desenvolvimento de estratégias empresariais.
- Verificar a necessidade do planejamento estratégico contínuo nas grandes empresas;


PROBLEMATIZAÇÃO

Diante da concorrência as empresas estão buscando a permanência e destaque o maior tempo possível no mercado, em busca de satisfação dos clientes.
Um Sistema de Informação eficaz direciona a instituição para um melhor posicionamento deixando-a mais competitiva e ampliando sua participação no mercado.
A Contabilidade fornece aos gestores informações indispensáveis no que diz respeito ao controle, organização, operação e processo produtivo, além de gerar um fluxo contínuo de informações das mais variadas sobre aspectos da gestão financeira e econômica das empresas.
O Sistema de Informação Contábil é responsável pela captação, registro, acúmulo, resumo e interpretação dos fenômenos que afetam as situações patrimoniais, financeiras e econômicas da entidade. Além de mensurar os eventos que afetam a tomada de decisão.
Logo pergunta - se: O planejamento estratégico pode auxiliar as grandes empresas para o crescimento econômico?


JUSTIFICATIVA

O mercado apresenta hoje uma instabilidade constante no que diz respeito às variações de taxas de juros, tributos, variação cambial, entre outros, que acaba por dificultar a permanência das empresas em seus diversos segmentos. Esse fator tem influenciado a gestão das empresas, que passou a ter mais cuidado com o desenvolvimento do planejamento estratégico, considerado peça fundamental para o bom desempenho das atividades.
Diante disso, os gestores estão em busca de um Sistema de Informação eficaz, já que o mesmo tornou-se fundamental à gestão dos negócios, no que diz respeito ao controle, organização, operação e processo produtivo por trabalhar com todos os setores de forma sincronizada.
A contabilidade, considerada um instrumento de comunicação por manter todos os seus usuários bem informados quanto ao andamento das atividades, articulada com a Análise Swot, ferramenta gerencial voltada para analisar o ambiente interno (forças e fraquezas) e o ambiente externo (oportunidades e ameaças) permite realizar um planejamento estratégico.
Logo pretende-se mostrar neste trabalho que o planejamento estratégico permite definir os objetivos e metas da instituição, além do desenvolvimento de padrões, políticas e estratégias através das quais eles serão alcançados.Desta forma, permitirão uma melhor avaliação do mercado direcionando a empresa para um percurso mais sólido.


PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS

Na fase preparatória da pesquisa, será realizada uma revisão bibliográfica, com consultas a livros, periódicos da área e artigos científicos que possam fundamentar a base de estudo para estabelecer planos, voltados ao desenvolvimento e a elaboração de um conteúdo esclarecedor contemplando o conhecimento da realidade e a explicação para o conceito: O Planejamento Estratégico pode auxiliar as grandes empresas para o crescimento econômico?E destacando os resultados obtidos através do processo contábil, que resulta no conhecimento, mensuração e evidenciação das informações.
O cenário de pesquisa enfoca o mercado nacional, que formado por um ambiente diversificado, oferece as empresas que atuam no ramo de comércio e indústria, atendam as necessidades e anseios de seus consumidores.


1. SISTEMA DE INFORMAÇÃO

Atualmente as empresas estão se preocupando com o sistema de informação implantado, devido à instabilidade imposta pelo mercado, o que causa mudanças nos procedimentos utilizados. Já foi verificado que uma boa estrutura informacional direciona a instituição para um melhor posicionamento deixando-a mais competitiva e ampliando sua participação no mercado. O primeiro passo é descobrir as atividades e os elementos de gestão que a empresa precisa ser excelente e ter um desempenho acima dos concorrentes.
O sistema de informação surgiu com o objetivo de possibilitar às empresas, o funcionamento dos diversos setores de forma sincronizada, tornando-se fundamental à gestão dos negócios, no que diz respeito ao controle, organização, operação e processo produtivo. As Informações Gerenciais direciona o planejamento e as decisões de curto, médio e longo prazo sendo úteis e necessárias para observar o modo como cada um desses aspectos do sistema é avaliado.
Segundo Lima (2004:6)
As tarefas são executadas com base no planejamento elaborado, que define o sucesso ou insucesso de uma operação. É ele que fornece o suporte para a tomada de decisão, corrige imperfeições, indicando quando se deve parar ou acelerar. E, com isso, partir para avaliar o que temos implantado e buscar as soluções para os problemas que forem detectados.

O sistema de informação é um elemento de grande importância no processo decisório por fornecer informações plenamente confiáveis necessárias para a sobrevivência da organização diante das mudanças do mercado.
Oliveira (1993:39) afirma: “O Sistema de Informações Gerenciais é o processo de transformação de dados em informações que são utilizadas na estrutura decisória da empresa, bem como proporcionam a sustentação administrativa para aperfeiçoar os resultados esperados”.
De acordo com Muller e Oliveira:
O SIG ajuda os administradores a consolidar o alicerce de sustentação da empresa: qualidade, produtividade e participação.
Qualidade - envolve o nível de satisfação dos funcionários, e não deve ser associada apenas ao produto ou serviço final.
Produtividade - não deve ser abordada apenas nas linhas de produção, mas deve ser avaliada até o nível da produtividade global e consolidar a filosofia de participação de todos para com os resultados parciais e globais da empresa.
Participação - é a consolidação como uma resultante das melhorias de qualidade e produtividade.

Alguns pontos importantes para o desenvolvimento e implantação do Sistema de Informação Gerencial nas empresas:
- Envolvimento da alta administração;
- Planejamento e controle dos projetos de sistemas;
- Identificação nas necessidades de informação;
-Confiabilidade nos dados e informações;
-Flexibilidade operacional e decisória;
-Análise da relação de custo x benefício.
O desenvolvimento do Sistema de Informação Gerencial envolve elevado nível de criatividade e realização das pessoas envolvidas. Isto porque o executivo a partir de um problema identificado deve utilizar elevada criatividade para se chegar à decisão a ser operacionalizada.
Oliveira (1993:44) afirma: “Os Sistemas de Informações Gerenciais atuam como elementos polarizadores dos eventos empresariais provenientes dos ciclos de atividades, tanto internos como externos à empresa”.
A informação é utilizada no processo de administração como apoio às decisões, com o uso de sistemas informativos que observam requisitos quanto a transmissores e receptores de informações, canais de transmissão, conteúdo das informações, periodicidade das comunicações, bem como processos de conversão das informações em decisões junto a cada uma das unidades organizacionais da empresa.
O Sistema de Informação, por ser gerador de informação de caráter decisória, deve ser estabelecido como processo de comunicação através do qual são fornecidos os elementos básicos para as decisões nos vários pontos da organização.
É necessário que as informações utilizadas pelos gestores sejam confiáveis, relevantes e disponíveis em tempo, para proporcionar decisões corretas aos executivos. Neste momento deve ser considerado o valor efetivo da informação, que pode ser resultante do impacto que a informação provoca nas decisões dos executivos e a utilidade desta informação, tendo em vista o seu tempo de utilização pela empresa.
O SIG permite o desenvolvimento de novos negócios, que ocorre com o desenvolvimento e disposição de novas tecnologias, acentuada redução do ciclo de vidas dos produtos pela correspondente acelerada evolução tecnológica, internacionalização da concorrência, regulamentações governamentais e variações políticas que afastam empresários e empresas. Esta dinâmica obriga as empresas a desenvolverem adequados SIG que proporcionem otimizada sustentação para o seu processo decisório.
Os gestores devem estar atentos com a colaboração coletiva, colocando informações à disposição de todos, tornando o SIG mais preciso e útil. Com o aprendizado de todos os funcionários a empresa obtém uma vantagem adicional, tornando mais aguçada em seu processo decisório.
O SIC é o maior componente do sistema de informação gerencial por absorver todas as informações que são mensuráveis monetariamente

1.1 SISTEMAS DE INFORMAÇÕES CONTÁBEIS

A Contabilidade como um sistema de informação e mensuração de eventos que afetam a tomada de decisão, tem os objetivos de captar, registrar, acumular, resumir e interpretar os fenômenos que afetam as situações patrimoniais, financeiras, e econômicas de qualquer entidade.
Os princípios e convenções contábeis existem para guiar os contadores na transformação de dados em informações, já que dados são incapazes de influenciar nas decisões até serem transformados em informações. Esse processo de seleção de dados que obedece aos princípios e Convenções Contábeis, juntamente com o modelo de decisão dos seus usuários, pode ser considerado como a fronteira do sistema contábil e o meio ambiente.
Segundo Facci e Moribe (2003:37):
O SIC possui aspectos que o diferencia dos demais sistemas de informação, por gerar informações em formatos direcionados pelas diretrizes contábeis, que contribuem de forma relevante para o Sistema de Informações Gerencias (SIG), e conseqüentemente, para o processo decisório nas empresas.

Para os administradores, o interesse nos dados contábeis atinge um grau de profundidade e análise, maior do que os demais usuários, pelo fato de serem agentes responsáveis pela tomada de decisão dentro da organização. As informações fornecidas pela Contabilidade não se limitam ao Balanço Patrimonial e à Demonstração de Resultado, fornecendo também além dessas demonstrações em finais de período e básicas, um fluxo contínuo de informações das mais variadas sobre aspectos da gestão financeira e econômica das empresas. O gestor utilizando da informação contábil e conhecendo suas limitações, dispõe de um poderoso instrumento de trabalho visando o futuro com maior segurança, bem como pode conhecer a situação atual e o grau de acerto e impropriedade de suas decisões anteriores.
O sistema de informação contábil serve de ligação entre os outros sistemas de informação, como marketing, recursos humanos, pesquisa e desenvolvimento e produção proporcionando aos gestores e também aos usuários externos uma visão ampla da organização. As informações produzidas pelos outros sistemas são expressas em termos financeiros no sistema de informação contábil, o que torna possível desenvolver uma estratégia para atingir os objetivos da organização.
Muller e Oliveira definem os objetivos do Sistema de Informação Contábil como: ”a produção de informações destinadas a prover seus usuários com informações contábeis e análises de natureza econômica, financeira, física, de resultados, de desempenhos e de produtividade com relação à entidade, objeto de contabilização.” Ao tentar demonstrar os objetivos do SIC, podemos descrevê-los como sendo o de prover informações monetárias e não monetárias destinadas às atividades e decisões dos níveis operacional, tático e estratégico da empresa e de seus usuários externos.
A operacionalização de um sistema de informação contábil na gestão econômica tem que se levar em conta a necessidade de diferentes saídas de informação. É formado por um banco de dados constituídos de arquivos de contabilidade formal que precisam ser ajustados e incrementados por dados e informações que serão comunicados internamente tratados sobre conceitos de mensuração e métodos de identificação e de receitas e custos mais adequados
A informação contábil deve ser disponibilizada em tempo hábil e de forma segura por ser considerada o elemento essencial para a tomada de decisão. Seus usuários devem ficar a par dos acontecimentos relacionados à organização para atender a todas as necessidades gerenciais. Segundo Leone (1981, p.28): as informações são divididas em três grupos básicos: Informações que ajudam à determinação da rentabilidade e a avaliação do patrimônio; informações que auxiliam o controle das operações e dos próprios custos e; informações que servem ao planejamento e ao processo decisório.
A informação contábil pode ser agrupada em duas formas: controle e planejamento.
Controle: os gestores se certificam que os planos e políticas traçadas estão sendo efetivamente aplicados. Na busca pela excelência empresarial as organizações estão investindo em tecnologia e estudos para conceber métodos eficazes de tratamento das informações extraídas pela Contabilidade e que estão no ambiente organizacional.
Planejamento: consiste em decidir qual a melhor alternativa entre os vários cursos alternativos de ação. A informação contábil é de grande utilidade no planejamento empresarial, principalmente no que se refere ao estabelecimento de padrões e ao inter-relacionamento da Contabilidade com planos orçamentários.
De acordo com Lima (2004:8):
As informações contábeis necessárias à empresa deverão ser disponibilizadas de forma bem definida aplicando uma estrutura para os relatórios e prazo de entrega das informações constantes nesses relatórios. Estas informações deverão atender aos níveis essenciais da empresa, em razão do seu detalhamento, considerando tanto as necessidades operacionais internas quanto as externas.

A Contabilidade gera informações e permite explicar os fenômenos patrimoniais, construir modelos de prosperidade, efetuar análises, controlar, prever e projetar exercícios seguintes.
O Sistema de Informação Contábil também poder ser visto como um conjunto articulado de dados, técnicas de acumulação, ajustes e editagens de relatórios que permitem tratar das informações de natureza repetitiva com o máximo possível de relevância e o mínimo de custo. Além de dar condições para, através da utilização de informações primárias constantes do arquivo básico, juntamente com as técnicas derivadas da própria Contabilidade, fornecer relatórios de exceção para finalidades especificas em oportunidades definidas ou não.
Através do SIC temos a geração de fatos econômicos e administrativos passíveis de registros (fatos contábeis) baseados em documentos como contratos, notas fiscais (compra e venda), folha de pagamento, cobranças, avisos bancários. De acordo com Muller e Oliveira a área de atuação da Contabilidade inclui:
1. Coleta e produção de informações primárias – Agregação das informações dos diversos setores da empresa, cálculo das depreciações/amortizações/exaustões e cálculo e apuração de tributos (IPI, ICMS, COFINS, ISS, PIS).
2. Registro dos dados e processamentos – Organização, classificação e contabilização das informações, Apuração dos custos de produção e Conciliações e conferências.
3. Relatórios contábeis/ demonstrações financeiras – Balanço Patrimonial, DRE, DMPL, DOAR e Notas Explicativas.
4. Relatórios gerenciais (internos) para a tomada de decisão – Demonstração do Fluxo de Caixa/Análise de Investimentos.
Em busca pela otimização dos resultados as organizações tem dividido o SIC em duas grandes áreas: Legal ou Fiscal e Gerencial. Além dessas áreas, têm-se a área de análise, também de suma importância.
A área Legal/Fiscal inclui: Contabilidade Geral, Contabilidade em outras moedas, Consolidação de Balanços. Valorização de Inventários, Controle Patrimonial.
A área de Análise possui: Análise de Balanços, Análise de Fluxo de Caixa, Gestão de Impostos.
A área Gerencial engloba: Orçamentos e Projeções, Custos e Preços de Vendas, Contabilidade por responsabilidade, Centros de Lucros e unidades de negócios, Acompanhamento do negócio.
O contador visto como “controlador de informações”, assume o papel de orientador, por ser o detentor de informações, tem o dever de lançar a proposta para a administração da empresa de desenvolver a Análise Swot, que contribuirá para uma melhor posição no mercado.


2. ANÁLISE SWOT

A Análise Swot é utilizada como uma ferramenta de gestão por grandes empresas para fazer o diagnóstico estratégico da empresa. É realizada por informações geradas do Sistema de informação contábil.
A idéia central da Análise Swot é avaliar os pontos fortes, os pontos fracos, as oportunidades e as ameaças da organização e do mercado onde ela esta atuando.
Criada por dois professores da Harvard Bussiness School, Kenneth Andrews e Roland Christensen, a Análise Swot é a junção dos quatro elementos-chaves desta análise estratégica:
Strenghts – pontos fortes: vantagens internas da empresa ou produtos em relação aos concorrentes.
Weaknesses – pontos fracos: desvantagens internas em comparação a diversas empresas do mesmo ramo.
Opportunities - oportunidades: aspectos positivos do meio envolvente, com impacto significativo no negócio da empresa.
Threats – ameaças: aspectos negativos do meio envolvente, com impacto negativo no negócio da empresa.
Esta análise permite efetuar uma síntese das análises internas e externas, identificando os elementos chaves para gestão da empresa, permitindo estabelecer prioridades de atuação. Além de preparar opções estratégicas e constituir um elemento fundamental para fazer a previsão em vendas em articulação com as condições de mercado e com o potencial da empresa.
Esta ferramenta é realizada partindo de dois elementos básicos que envolvem as organizações, o ambiente externo e o interno.
Segundo Oliveira(1998:46):
As informações devem propiciar a identificação dos problemas e das necessidades organizacionais nos vários níveis da empresa (estratégico, tático e operacional), bem como fornecer subsídios para avaliar o impacto das diversas decisões a serem tomadas pelo executivo.

No ambiente interno temos que reunir os fatores internos de influência para o negócio. Nesta fase devem-se identificar quais os fatores que conferem uma vantagem para a empresa que atue no setor de atividade. Idealmente esses fatores devem ser efetuados com recurso a estudos de mercado que comprovem o contributo favorável e diferenciador para o negócio.
Para a realização desta análise interna devemos levar em consideração aspectos como a evolução recente das performances quantitativas da empresa, volume de vendas e quota de mercado, além de penetração dos produtos da organização na clientela potencial ou número de clientes e o grau de penetração dos produtos da empresa nos principais circuitos de distribuição. Não podemos esquecer-nos de analisar os custos e a rentabilidade dos diferentes produtos ou modelos da gama da empresa.
De acordo com Pme Negócios:
O diagnóstico estratégico efetuado deve estar organizado em termos funcionais. É útil associar a cada ponto forte ou fraco um departamento ou área da empresa, tipicamente as áreas funcionais seguintes: Produção, Financeira, Recursos Humanos, Marketing e Comercial.
Em cada departamento existe uma série de informações que são necessárias para posicionar a classe gerencial e conduzir os operários na execução das atividades operacionais de forma organizada e controlada. Segundo Oliveira(1993:30-33), temos:
-Área Administrativo-Financeiro: Crédito e Cobrança, Tesouraria, Contas a pagar, Técnico Financeira, Financeiro exportação, Almoxarifado, Serviços Administrativos.
-Marketing: Comercial, Planejamento e Controle de Marketing, Administração de pedidos e preços, Vendas Nacionais, Vendas Internacionais.
-Recursos Humanos: Recrutamento e seleção, Folha de Pagamento, Controle de Férias, Cargos e Salários, Higiene/segurança social, Treinamento, Serviços médico e social.
-Controladoria: Contabilidade Patrimonial, Análise e relatórios, Contabilidade Gerencial, Relações com o mercado.
-Industrial: Engenharia Industrial, Engenharia de métodos, Engenharia de produtos, Desenvolvimento industrial, Controles de Qualidade Industrial, Planejamento e Controle da Produção, Manutenção Industrial, Administração de Materiais.
- Administração de Materiais: Manutenção de veículos, Transportes, Matéria-prima, Produtos.
As organizações devem em primeiro lugar gerar estratégicas que permitam buscar a satisfação dos seus clientes externos, buscando a eliminação dos seus pontos fracos, preocupando-se com fatores internos que podem influenciar positiva ou negativamente a empresa. O segundo passo é manter os pontos fortes firmes e invariáveis, proporcionado à empresa a melhor execução das suas tarefas e conseqüentemente o sucesso.
Algumas forças e fraquezas priorizadas, conforme cita Jatobá(2002:28-29).
Forças Priorizadas:
- Decisão da Diretoria em adotar modelo gerencial calcado em planejamento estratégico, metas, gerenciamento pelas diretrizes e gerenciamento da rotina;
- Reestruturação tecnológica;
- Nível técnico do corpo funcional e ações constantes de capacitação;
- Processo de implantação de nova Estrutura Organizacional;
- Melhor processo de planejamento e condução interna mais favorável ao desempenho das tarefas.
Fraquezas Priorizadas:
- Sistema de alocação de pessoal;
- Falta de pessoal qualificado em algumas áreas;
- Menor oportunidade de qualificação profissional;
- Pouco envolvimento dos colaboradores nos processos de desenvolvimento de uma empresa e desestímulo profissional;
- Baixa capacidade gerencial;
- Indisciplina organizacional;
- Falhas na comunicação e integração entre as diversas áreas;
- Lentidão na modernização de processo de sistema.
No ambiente externo temos as oportunidades e ameaças. São as principais perspectivas do mercado em que a empresa atua. São circunstâncias fora do controle da empresa por serem provenientes do mercado e do meio envolvente, de onde se deve tirar partido ou se proteger, construindo assim barreiras defensivas. Nesta etapa temos que reunir todos os fatores externos de influência para o negócio.
Para a realização da Análise Externa temos que reunir todos os fatores externos de influência para o negócio, tendo como fontes a Análise do Meio Envolvente, o Mercado, a Concorrência, e os Clientes/Consumidores. Após esta etapa temos que distinguir as ameaças das oportunidades.
Temos informações básicas a respeito das características externas:
-Área de Marketing e Vendas: Rentabilidade Econômica, Rentabilidade Financeira, Prazo médio de recebimentos, Prazo médio de pagamentos;
Área de Compras: Grau de dependência dos fornecedores, Custo das embalagens, Qualidade das matérias-primas, Rotura de stocks;
Área de Recursos Humanos: Definição das funções de cada posto de trabalho; Número de trabalhadores, Recursos Humanos orientados para o cliente;
Área de Produção: Cumprimento dos prazos, Economia de escala, Instalações/Equipamentos.
O empreendedor tem a visão de perceber as oportunidades e ameaças que rodam a organização, evitando que os fatores externos interfiram nos resultados da empresa.
Uma ameaça pode vir afetar o funcionamento da empresa, mas pode provocar o aparecimento de um novo ponto forte. Para isso, os gestores devem perceber como este fato pode ser explorado para se tirar um benefício real.
A empresa pode transformar ameaças em oportunidades, para isso precisa possuir visão estratégica para avaliar corretamente as ameaças como oportunidades escondidas. Além de possuir os recursos financeiros, materiais e humanos para poder executar as alterações necessárias. Mas é bom lembrar que precisam reagir com rapidez, para evitar que seus concorrentes também vejam a mesma oportunidade.
- Uma oportunidade é uma necessidade do mercado onde a empresa pode ter um desempenho proveitoso e rentável;
-As oportunidades podem ser listadas de acordo com seu grau de atratividade e probabilidade de êxito associada;
-A probabilidade de êxito está ligada diretamente às competências da empresa (vantagens competitivas), para atuar no mercado em comparação com a concorrência.

3. PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

Com a globalização houve a abertura de novos mercados, mas as empresas precisam estar preparadas para enfrentar a concorrência, principalmente quando há pouca fidelização dos clientes. Para isso é necessário ter um planejamento estratégico com bases sólidas e que precisa estar em constante avaliação e acompanhamento.
O Planejamento Estratégico pode ser definido como a determinação dos objetivos e metas da organização, além do desenvolvimento de padrões, políticas e estratégias através das quais eles serão alcançados. Permite modificar, fortalecer e melhorar a posição da empresa diante da concorrência, visando à satisfação simultânea de clientes e funcionários.
Cabe a direção central elaborar o planejamento estratégico da organização. O Portal Executivo define que este processo inclui quatro fases:
-1ª Fase: Definição da missão empresarial
Significa algo que a empresa pretende atingir ao longo da sua vida e serve como motivação dos funcionários. A visão deverá definir uma missão para os próximos anos levando em conta:
1. Condições de indústrias - as indústrias que a empresa opera, uma ou um conjunto de indústrias.
2. Segmentos de mercado - incluem segmentos de clientes com determinadas características que a empresa se compromete a satisfazer.
3. Tipo de integração - se as operações da organização incluem desde a produção até a venda para o cliente final ou se a empresa serve apenas como intermediária para a venda ao consumidor, subcontratando todas as operações.
4. Segmentação geográfica - inclui a região que a empresa pretende atuar, regiões ou países.
2ª Fase: Identificação das unidades de negócios estratégicas.
A maioria das empresas opera em diversos negócios. A autonomia das unidades de negócios depende da cultura organizacional de cada empresa. Uma empresa que possua 10 divisões não significa que tenha 10 negócios distintos. É importante que a empresa-mãe determine todos os negócios para que cada um possa ser gerido como uma unidade individual com uma estratégia própria.
3ª Fase: Análise do portfólio e da estratégia das unidades de negócio.
A identificação das unidades de negócios é importante para a definição de objetivos estratégicos de cada unidade e do montante de investimento necessário a cada uma delas. Para isso a empresa-mãe precisa analisar o plano de negócios de cada unidade para decidir quais serão mantidas, quais necessitam de maior investimento e qual desaparecerá. Para tal, a direção central terá que conhecer o portfólio de negócios e avaliar o potencial futuro.
4ª Fase: Novo plano de negócios empresarial.
Os planos da empresa permitem aumentar as vendas e a rentabilidade da organização. Ela terá três alternativas de crescimento:
1. Crescimento intensivo - Neste caso a empresa optará: por penetração de mercado, que significa aumento da cota de mercado, conquistando espaço; desenvolvimento do mercado, que é a diversificação dos negócios para áreas atrativas não relacionadas com as atuais; desenvolvimento de produto, que consiste na identificação de novas oportunidades relacionadas com os produtos e negócios atuais.
2. Crescimento integrado - Significa na integração de novas operações na empresa, relacionados com as atuais, para diminuir a dependência de outras empresas às quais subcontratava determinadas funções, como por exemplo, a produção e a montagem.
3. Crescimento pela diversificação - Só é possível quando existem boas oportunidades de comercialização fora dos negócios tradicionais da organização. É necessário desde que a empresa tenha as capacidades que necessita para ser bem sucedida.
A formulação estratégica de acordo com Jatobá (2002:51): “é o processo mediante o qual a organização estabelece sua identidade organizacional, analisa seus ambientes externos e internos, atuais e futuro e elabora estratégias orientadas para o mercado”. Isto se trata de uma tarefa complexa diante do amplo ambiente externo que a empresa está inserida. Por isso essa avaliação precisa ser constante para se corrigir distorções detectadas nas tarefas efetivamente implantadas. Nesse processo levam-se em consideração idéias criativas e inovadoras que deverão ser analisadas de acordo com o produto ou serviço oferecido e a disponibilidade da empresa em busca de permanência e destaque o maior tempo possível.
Conforme Silva (2004:93), “estratégia significa posicionar-se competitivamente de forma única e sustentável; realizar atividades diferentes do concorrente ou de maneira diferente, desenvolvendo um padrão de competitividade que não possa ser facilmente copiado”.
Após o desenvolvimento do plano de negócios da empresa, destacando suas principais estratégias devem-se adotar programas de apoio detalhados com responsáveis, áreas envolvidas, recursos e prazos definidos.
Após a implementação da estratégia da empresa é necessário controlar sua evolução e verificar se os resultados reais não têm desviados dos objetivos previstos. A organização deve estar preparada para fazer quaisquer ajustes ao processo de planejamento se constatar que serão necessários para cumprir os objetivos. Esse controle deve ser feito nos ambientes interno e externo.

Dornelas afirma:
Em geral a empresa precisa monitorar as forças macroambientais (demográficas, econômicas, tecnológicas, políticas, legais, sociais e culturais) e os fatores microambientais importantes (consumidores, concorrentes, canais de distribuição, fornecedores) que afetam sua habilidade de obter lucro. A empresa deve estar preparada para rastrear tendências e desenvolvimentos importantes. Para cada tendência ou desenvolvimento, a administração precisa identificar as oportunidades e ameaças associadas.

Três vertentes do planejamento estratégico:
1. Liderança em custos - Buscando oferecer melhores preços em diferenciação com os concorrentes a empresa busca formas de reduzir os custos de produção e distribuição.
2. Diferenciação - A empresa concentra esforços para alcançar desempenho superior em uma determinada área de benefício para o consumidor, valorizada por grande parte do mercado. Pode-se tentar ser líder em qualidade, em melhor atendimento, mas não pode liderar em tudo.
3. Foco - A empresa aborda um ou mais segmentos de mercado menores, em vez de ir atrás de um grande mercado. Ela deve conhecer as necessidades desses segmentos e obter lideranças em custos ou encontrar uma forma de diferenciação dentro desse segmento-alvo.
De acordo com Goldschimidt as empresas podem:
• Estabelecer metas de melhoria dos itens que tenham sido considerados prioritários e de baixo desempenho;
• Estabelecer metas relacionadas à forma de atuação no que diz respeito ao aproveitamento de oportunidades;
• Estabelecer quais as ações que serão importantes para evitar os efeitos de eventuais ameaça
Silva (2004:77) define os objetivos como:
Os objetivos também devem ter a função de estimuladores, criando um clima de colaboração ou competição saudável entre os funcionários da organização. A organização, na verdade, funciona como um repositório dos objetivos individuais dos diferentes STAKEHOLDERS.

A abordagem do processo de tomada de decisão decorre as seguintes fases:
• Definição do problema;
• Obtenção dos fatos;
• Formulação das alternativas
• Ponderação e decisão
O processo de decisão termina com a escolha da ação a ser implementada.


CONCLUSÃO

A grande velocidade com que transformações atuam no ambiente de negócio está impulsionando, cada vez mais, as empresas a efetuar o Planejamento Estratégico no seu negócio, como forma a manter a competitividade e promover a satisfação de clientes, garantindo assim, sua permanência no competitivo mercado.
O Sistema de Informação tornou-se indispensável para a gestão de negócios por fornecer informações plenamente confiáveis necessárias para a sobrevivência da organização diante das mudanças do mercado. Permite descobrir as atividades e os elementos de gestão que a empresa precisa ser excelente e ter um desempenho acima dos concorrentes.
A Contabilidade fornece um fluxo contínuo de informações das mais variadas sobre aspectos da gestão financeira e econômica das empresas. O Sistema de Informação Contábil tornou-se um poderoso instrumento de trabalho visando o futuro com maior segurança, conhecendo a situação atual e o grau de acerto e impropriedade de suas decisões anteriores.
O Planejamento Estratégico, juntamente com a Análise Swot, permitem efetuar uma síntese dos ambientes internos e externos, identificando os elementos chaves para gestão da empresa, permitindo estabelecer prioridades de atuação.


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

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Nota:
[*] Monografia apresentada à coordenação do curso de graduação de Ciências Contábeis da Universidade Estadual da Paraíba, como requisito para obtenção do título de Bacharel em Ciências Contábeis.


Sobre o texto:
Texto inserido no Instituto de Contabilidade do Brasil em 7 de agosto de 2007.
 
Bibliografia:
Conforme a NBR 6023:2002 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), o texto científico publicado em periódico eletrônico deve ser citado da seguinte forma:
MARTINS, Luana Tárcia de Lacerda. O Planejamento Estratégico inserido na Contabilidade pode gerar resultados para grandes empresas? Trabalho Acadêmico Orientado apresentado à coordenação do curso de Ciências Contábeis.
Disponível em <http://www.icbrasil.com.br/doutrina/ver.asp?art_id=957&categoria= Contabilidade Geral >  Acesso em :24 de abril de 2014
 
Autor:
Luana Tárcia de Lacerda Martins
Analista Contábil
 
Instituto de Contabilidade do Brasil, 7/8/2007
 
 
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